quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Senado informa que instala TV Senado em parceria com assembléias nos estados para economizar recurso público

O diretor da Secretaria Especial de Comunicação Social do Senado, Fernando Cesar Mesquita encaminhou carta nesta terça-feira, 20, à jornalista Miriam Leitão, do jornal "O Globo:"

"Prezada Miriam,

Em seu Twitter, em post publicado no dia 15 passado, você questiona “O q mais falta acontecer?” a propósito da matéria de Maria Lima em O Globo do mesmo dia. O Senado tem se empenhado desde 1995 para levar informação sobre o trabalho legislativo ao cidadão brasileiro com a criação da Secretaria de Comunicação Social. E uma das formas bem sucedidas de levar essa informação tem sido, nos últimos 15 anos, a TV Senado. Trata-se de um serviço público desempenhado com cuidado profissional e qualidade técnica, fatos reconhecidos pela população e por profissionais do próprio meio de comunicação que nos acompanham diariamente e que se valem desse trabalho para fazer a sua própria cobertura do Senado. A TV Senado começou a operar transmitindo para TV a cabo, portanto para assinantes, aproveitando a Lei de TV a Cabo de 1995, que obrigou as operadoras a distribuírem o sinal das emissoras públicas. No entanto, nosso objetivo sempre foi encontrar formas de oferecer o sinal aberto e gratuito para a maioria da população que não pode pagar pela TV por assinatura. Por isso, logo que possível, passamos a cobrir todo o território nacional com sinal para antenas parabólicas, meio de recepção acessível, bastante popularizado nas periferias das grandes cidades e no interior do país. Hoje se estima que são mais de 20 milhões de parabólicas no país. Como era preciso ampliar ainda mais, o projeto de expansão evoluiu, em 2005, para a instalação de emissoras analógicas de TV em UHF, sinal também aberto e gratuito, nas capitais, onde essa forma de recepção é popularizada. Com isso, a TV Senado está disponível hoje em TV aberta em Brasília, Salvador, Manaus, Recife, Natal, João Pessoa, Fortaleza, Rio Branco, Cuiabá e Zona Oeste do Rio de Janeiro. Para reduzir custos de implantação, o Senado buscou parcerias com emissoras públicas dos governos estaduais ou de universidades. Não fossem essas parcerias, o Senado teria que adquirir ou alugar local de instalação a custo de mercado, construir ou alugar torre de transmissão e manter, sozinho, as despesas de manutenção dessa estrutura.”

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